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Flávia Correia, Alagoas

Flávia Correia é designer graduada pelo Hunter Institute of Technology – TAFE/NSW Austrália (2002) e fotógrafa. Documentarista audiovisual do Gerenciamento Executivo dos Planos Básicos Ambientais Indígenas e da Gestão Ambiental da BR-101/NE, atuando nas comunidades Wassu Cocal, Kariri Xocó, Karapotó Terra Nova e Karapotó Plak-Ô, desde dezembro de 2014. Responsável pelos registros fotográficos e audiovisuais do projeto “Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas” (IPHAN/UFAL/SECULT AL). Instrutora de filmagem e montagem do Ateliê SESC de Cinema, que em 2014, também como instrutora, participou da produção de quatro documentários sobre o Mercado Público de Maceió e de dois documentários sobre o bairro do Jaraguá em 2015. Atuou como produtora cultural do Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (PROMOART), no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), programa ligado ao IPHAN e integrado ao Mais Cultura/MinC nos anos 2010 e 2011 no Rio de Janeiro. Em 2008 e 2009 produziu junto à coordenação de artes visuais, as exposições “Em Círculo” e “Nós” na Galeria do Lago e no Palácio do Catete/Museu da República/RJ. Entre 2004 e 2005 foi produtora e fotógrafa dos projetos Conexão Contemporânea em Maceió/AL e Rede Nacional Artes Visuais edições Natal/RN, Fortaleza/CE e Porto Alegre/RS, FUNARTE/MinC. É membro fundador do IDEAL – Instituto para o Desenvolvimento das Alagoas, entidade com caráter ambientalista, artístico, social, educacional e cultural que ter como objetivo realizar projetos de desenvolvimento tanto cultural quanto social no Estado de Alagoas.

Isabel Gouvea, Bahia

Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia em 2008 e fotógrafa formada pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1976, morando em Salvador desde 1978. Membro ativo do Movimento FOTOBAHIA entre os anos de 1979 a 1986, organizando e participando de mostras, oficinas e debates. Trabalhou como fotógrafa do inventário para tombamento do Centro Histórico de Salvador pelo Instituto de Patrimônio Histórico da Bahia e coordenou a pesquisa fotográfica do Projeto História dos Bairros de Salvador pela Fundação Cultural do Estado da BA. Trabalhou por mais de duas décadas como freelancer acompanhando projetos de dança e teatro. Atualmente fotografa para o Teatro Castro Alves. Realizou duas grandes mostras individuais, apresentando sua ampla pesquisa fotográfica em importantes centros culturais de Salvador, São Paulo e Brasília: CAIXA CULTURAL, mostra Encantamento (2008 – 2009) e Centro Cultural CORREIOS, mostra Trajetos e Evocações – 35 Anos da Obra de Isabel Gouvêa (2010). Desenvolve trabalhos em arte e comunicação junto à ONG CIPÓ-Comunicação Interativa, onde realizou a pesquisa, publicação e curadoria da mostra Design Popular da Bahia, apresentada em Salvador, São Paulo, Barcelona, Milão e New Orleans. Atualmente coordena a Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia de Salvador, programa de formação do Oi Futuro em parceria com a CIPÓ, nas linguagens de vídeo, design gráfico, fotografia e computação gráfica. Integra o Fórum dos Produtores Culturais da Fotografia Baiana e a Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil – RPCFB.

Márcio Vasconcelos, Maranhão

Fotógrafo profissional autodidata e independente há mais de 20 anos e há quase uma década vem se dedicando a registrar as manifestações da Cultura Popular e Religiosa dos afro-descendentes no Estado do Maranhão, dentre outros trabalhos autorais. Autor do projeto Nagon Abioton – Um Estudo Fotográfico e Histórico sobre a Casa de Nagô, aprovado na Lei Rouanet e no Programa Petrobras Cultural/2009, editado na forma de livro sobre um dos terreiros mais antigos do Tambor de Mina no Maranhão. Vencedor do 1º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras/2010 (Fundação Cultural Palmares/Petrobras) com o projeto Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão. Exposição Fotográfica que mostra as semelhanças entre Sacerdotes de culto a voduns na África e no Brasil. Selecionado para leitura de portfólios no Trasatlantica/PhotoEspaña 2012 com o projeto Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão. Vencedor do XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto Na Trilha do Cangaço – Um Ensaio pelo Sertão que Lampião pisou. Finalista do Prêmio Conrado Wessel 2011 com o projeto Na Trilha do Cangaço – Um Ensaio pelo Sertão que Lampião pisou. Menção Honrosa no Concurso de fotografias do Centro Regional de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da América Latina 2012 – CRESPIAL, com o Trabalho “Tambor de Mina”. Menção Honrosa do III Concurso Fotográfico Iberoamericano – Iberoamericanos 2011 – Embaixada da Espanha de La Paz, com o trabalho Incorporados. Selecionado para leitura de portfólios em Santo Domindo – República Dominicana, no Trasatlantica/PhotoEspaña 2012, com o projeto Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão. Vencedor do XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto Visões de um Poema Sujo.

Gustavo Moura, Paraíba

Nascido em João Pessoa, a 15 de março de 1960, Gustavo Moura fotografa profissionalmente desde o início dos anos 80, numa linha de trabalho que transita entre o documental e o autoral. Em 1998 participou do projeto editorial “Brasil Bom de Bola” (Editora Tempo d’Imagem). Publicou livros como “Imaginário” (Editora Tempo d’Imagem, 2000), “1º Caderno da Fotografia Brasileira”e“A Primeira Luz do Sonho” publicado pelo Instituto Moreira Salles. Realizou o projeto “Do Reino Encantado”, resultando em exposição e livro nos quais aborda o universo da vida e obra do escritor Ariano Suassuna. Em 2003 venceu a 1ª edição do Concurso Cultural Leicarealizado no Brasil, na categoria P&B. Em 2006 Gustavo Moura foi selecionado para integrar a coleção Pirelli/Masp e participou do projeto “Foto em Pauta”. Em 2007 passou a integrar a Coleção FNAC/Brasil e participou do projeto “O Brasil passa pelo Sesc”. Em 2010 publicou o ensaio “Ser Tão Gozagueano” no livro “O Rei e o Baião” (Ministério da Cultura / Fundação AthosBulcão) e participou da exposição coletiva itinerante “O Imaginário do Rei – Visões sobre o Universo de Luiz Gonzaga”, inaugurada em 2011 na Torre Malafof (Recife/PE) e que circulou por vários estados do país, tendo visitação de mais 60.000 pessoas. Em 2012 e 2013, a convite da Fundação Municipal de João Pessoa (FUNJOPE), criou e coordenou o evento Setembro Fotográfico. Em 2013, a convite da Fundação Joaquim Nabuco (Museu do Homem do Nordeste). Ainda em 2013, conquistou o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (FUNARTE/MINC). Realiza trabalhos para o mercado fonográfico e audiovisual. Atualmente é fotógrafo da Coordenação de Extensão Cultural da UFPB e desenvolve trabalhos para o mercado editorial, além de projetos autorais.

Eduardo Queiroga, Pernambuco

É graduado em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (1991) e mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM-UFPE). Concluiu Doutorado em Comunicação pelo PPGCOM-UFPE, em 2016. Coordenador e educador do Projeto Fotolibras. Foi professor e coordenador do Bacharelado em Fotografia das Faculdades Integradas Barros Melo. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Fotografia, atuando principalmente nos seguintes temas: imagem e educação, fotografia e história, fotojornalismo e fotografia contemporânea.

Paulo Gutemberg, Piauí

Paulo Gutemberg de Carvalho Souza, 51, formado em direito (UFPI/1989) e em História (UFPI/1995), especialista em Comunicação Institucional (UFPI/2003), mestre em História do Brasil (UFPI/2006). Iniciou sua vida profissional em meados dos anos 1980 como fotógrafo free-lancer. Foi Pesquisador da Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí-CEPRO (1987-1994). Repórter e Editor de Fotografia em diversas publicações e veículos de comunicação, é, atualmente, assessor de comunicação do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí. É autor de livros como: Teresina, editado pela Fundação Cultural Monsenhor Chaves (2004) e Docas do Mucuripe (em coautoria com Sergio Carvalho). Foi professor de fotojornalismo (Faculdade Santo Agostinho), professor substituto de História (UFPI) e publicou ensaios historiográficos como: A luta político-religiosa entre Igreja e Maçonaria no Piauí (1902-1914) e A Fotografia como fonte de pesquisa, ambos na Carta CEPRO. Realizou exposições fotográficas individuais Olhar instigante (1989), Duas Capitais, no Instituto Dom Barreto (2002), e Foto Arte (2005), no centro Cultural Renato Russo em Brasília. Foi selecionado em 1º lugar no Prêmio Marc Ferrez 2015 (Módulo II) com o projeto “Um olhar uma cidade, Guilherme Müller e a invenção visual de Teresina”.

Pablo Pinheiro, Rio Grande do Norte

Pablo Pinheiro é fotógrafo há mais de 16 anos. Formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Paulista, onde mais tarde coordenou os cursos de Comunicação Digital e Fotografia Digital. Depois lecionou em duas instituições Universidade Potiguar e a Fanec em Natal/RN, ambas no curso de Comunicação Social. E desde 2007 é o responsável pelo Estúdio P | Produção e Imagem, uma empresa que atua com uma identidade própria no panorama cultural e fomento da fotografia no Brasil, assim como no mercado publicitário, jornalístico e documental. Pelo Estúdio P, em 2013, coordenou projetos, como: “Fragmentos de uma Tradição | Circulação e diálogo” e “A Transição – do tradicional ao contemporâneo”. Em 2014, realizou pelo Estúdio P o projeto “Construindo novos olhares: quando a imagem representa”, contando com sua atuação como educador e coordenador. Este ano de 2015, realizou o projeto “Uma tradição nos dois Rio Grandes: a imagem contemporânea do vaqueiro em transição”, contemplado pelo XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia.

Melissa Warwick, Sergipe

Melissa Warwick é filha de mãe gaúcha e pai norte-americano, mas vive em Sergipe desde criança. Graduou-se em turismo no ano de 2007 e ao passar uma temporada de dois anos em Barcelona, despertou para a fotografia e passou a se dedicar ao ofício desde então. Fez diversos cursos na área e recentemente concluiu o de fotografia profissional do New York Institute of Photography (NYIP). Na última década, teve algumas das suas fotografias publicadas em revistas como Vida Simples e Fotografe Melhor, além de ter participado de exposições individuais e coletivas, na sua maioria com temas relacionados à cultura nordestina. Foi autora das fotografias que ilustraram o Catálogo de Produtos da Renda Irlandesa em Sergipe, lançado em 2014 em parceria com o IPHAN e o MinC. No mesmo ano transitou pelos estados de Sergipe, Alagoas e Bahia como fotógrafa oficial do Projeto Tecnologia, Inovação e Design no Artesanato,
 coordenado pelo Instituto de Pesquisa em Tecnologia e Inovação (IPTI). Em 2015 assumiu a coordenadoria do Fórum de Artes Visuais de Sergipe (FAVS) e, juntamente com outros artistas locais e o apoio da SECULT/SE, produziu três exposições coletivas de artistas visuais sergipanos na galeria pública J. Inácio. Este ano foi convidada para integrar a equipe do VOGA, projeto com foco na produção do novo disco da Coutto Orchestra, banda sergipana contemplada pelo Edital Natura Musical 2015. Durante um mês documentou a jornada dos músicos e sua equipe enquanto navegavam pelo Rio São Francisco em busca da sonoridade, elementos culturais e singularidades originários da região. Para mais informações e imagens de Melissa Warwick, acesse www.melissawarwick.com.

COORDENAÇÃO GERAL

Patricia Veloso

Mestra em Administração de Empresas pela Universidade de Fortaleza (Unifor), defendeu dissertação com o tema Gestão Cultural e a Responsabilidade Cultural das Empresas, em julho de 2002. É também mestra pelo Programa de Pós Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará; defendeu pesquisa sobre Fotografia Moderna e Contemporânea, em setembro de 2013.

Atua no segmento da Fotografia, desde 1985, como produtora cultural, curadora e editora. Fundou e administra as empresas Terra da Luz Editorial e Imagem Brasil.

Constituída em 1989, a Terra da Luz Editorial tem direcionado seus projetos para o mercado de publicações especiais, comerciais e institucionais. O foco que vem norteando toda a produção está voltado para a valorização e divulgação do patrimônio histórico, cultural, artístico e natural brasileiro.

Patricia Veloso é também diretora da Imagem Brasil que tem como missão ser referência na promoção da cultura, oferecendo produtos e serviços qualificados. Como agência de imagens, desde 1996, a IMAGEM BRASIL apresenta o trabalho de mais de 60 fotógrafos e ilustradores brasileiros. Constituída há mais de 10 anos, disponibiliza milhares de fotografias para pesquisa e aplicação nas mais diversas mídias, em categorias que abrangem da gastronomia à arquitetura, da ecologia ao esporte, lazer e cultura entre outras opções de temáticas brasileiras e internacionais. Em 2012, a iniciativa “Arquivo IMAGEM BRASIL: Fotografia, Inovação e Memória”, ganhou o Prêmio da Economia Criativa do Ministério da Cultura: Modelos de gestão de empreendimentos e negócios criativos.

No segmento de promoção e difusão da cultura, coordena a IMAGEM BRASIL Galeria, um espaço dedicado à fotografia e que também dialoga com outras linguagens, como a literatura, a música e o cinema. Dispõe também de um programa de ações formativas: workshops, grupos de estudos e discussões voltadas para Imagem e contemporaneidade.

Coordena o Festival Encontros de Agosto desde 2011, que tem como principal objetivo promover a fotografia cearense e o intercâmbio com a produção contemporânea brasileira e internacional. A iniciativa acontece em Fortaleza/CE, e conta com seminários, palestras, exposições, leituras de portfólios e workshops na sua programação, sempre buscando refletir sobre as questões próprias da Fotografia e sua inserção no campo das artes, entre outros temas que mobilizam esse segmento.

É membro da coordenação do Fórum da Fotografia – Ceará e da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil.

Realização